quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Observatório da Imprensa

A resistência as redações a uma convivência mais intensa com o público consumidor de informações tem origem no fato de que ela contradiz uma série de rotinas e valores muito entranhados no dia a dia dos profissionais, bem como numa conjuntura muito específica na qual os comentários funcionam com uma verdadeira catarse dos leitores.


A pesquisa tem o mérito de explicitar uma série de questões que grande parte dos profissionais simplesmente prefere esquecer. São reações naturais , se levarmos em conta que é toda uma rotina que está sendo alterada e os valores profissionais não mudam da noite para o dia.


Assim, como a função do profissional é chegar o mais perto possível daquilo que se convencionou chamar verdade, ele não pode prescindir da conversa com os leitores porque são eles que lhe proporcionarão a diversidade de representações. Por isto a atitude de resistência ao diálogo com os consumidores de informações, além de ser informativamente equivocada, também cria barreiras em relação ao público, vai na contramão da fidelização de usuários.

Apagão

As causas do apagão ocorrido na noite desta terça-feira (10) ainda não estão exatamente determinadas. Inicialmente, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, atribuiu o blecaute aos ventos e chuvas que afetaram três linhas de transmissão que recebem energia da usina hidrelétrica de Itaipu. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia rejeitou semelhança com o apagão de 2001, que provocou o racionamento de energia no país. Segundo ele, a situação de 2001, era de falta de energia e agora trata-se de um problema elétrico.


De acordo com o contrato de prestação de serviço de energia elétrica, cláusula terceira - que trata dos principais direitos do consumidor - o consumidor deve ser ressarcido, quando couber, pelo conserto ou reposição de equipamentos elétricos ou eletrodomésticos danificados em função da prestação do serviço inadequado do fornecimento de energia elétrica, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, a partir da respectiva data de solicitação. A recomendação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é que o consumidor entre em contato primeiramente com a empresa de energia elétrica para solicitar uma vistoria da empresa a fim de se avaliar a extensão dos danos. A Aneel determina que essa avaliação deve acontecer no prazo máximo de dez dias. No caso de equipamentos que contêm produtos perecíveis, como geladeiras, esse prazo é de um dia.


Os aparelhos são consertados ou, se não for possível, o valor é indenizado. Em casos de indenização, o consumidor deve possuir a nota fiscal do produto e até a data da vistoria não deve consertar o aparelho, pois depois terá que pedir o ressarcimento judicialmente.

Veja fotos do apagão pelo Brasil

A internet e sua credibilidade

A internet e sua credibilidade

O Instituto Vox Populi diz que a internet hoje ultrapassa a TV e jornal impresso.
O estudo revelou que em uma escala de 1 a 10, o rádio conquistou a maior nota (8,21), a internet em seguida (8,20), depois pela TV (8,12), jornal (7,99), revista (7,79) e redes sociais (7,74). A televisão continua sendo a mídia mais vista pelos brasileiros (99,3%), seguida por rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet (52,8%), revista impressa (51,1%), redes sociais (42,7%), a versão online dos jornais impressos (37,4%) e a versão online das revistas impressas (22,8%).
O estudo conversou com 2.500 pessoas entre 25 de agosto a 9 de setembro, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A espantosa popularização de dispositivos móveis como telefones celulares, e a crescente criação de serviços dos mais diferentes ramos para esse meio sugerem o desenvolvimento de estudos e pesquisas em torno da apresentação de conteúdo de qualquer espécie para ambientes móveis.
O campo móvel já oferece algumas opções de transmissão e apresentação de informações. Meramente a título de ilustração, a seguir estão relacionados alguns modelos conhecidos de serviços noticiosos portáteis.
A escrita jornalística para dispositivos móveis é certamente diferente daquela para o meio impresso ou até mesmo da realizada no meio online convencional. Algumas das diferenças mais visíveis estão relacionadas às limitações de tamanho do visor, de largura de banda de comunicação18 e de poder de processamento.
Apesar de este estudo se concentrar na questão da redação, vale registrar a importância da hipertextualidade no ambiente móvel, principalmente no que diz respeito ao uso de hiperligações. Assim como no meio online convencional, no portátil a multilinearidade apresentase como uma de suas características principais e a hipertextualidade exibe um papel de grande importância, não só por sua eficácia em torno da organização de informações, mas também por uma questão de necessidade devido ao limitado tamanho dos visores dos dispositivos móveis.
Apesar de este estudo se concentrar na questão da redação, vale registrar a importância da hipertextualidade no ambiente móvel, principalmente no que diz respeito ao uso de hiperligações. Assim como no meio online convencional, no portátil a multilinearidade apresentase como uma de suas características principais e a hipertextualidade exibe um papel de grande importância, não só por sua eficácia em torno da organização de informações, mas também por uma questão de necessidade devido ao limitado tamanho dos visores dos dispositivos móveis.
Após as discussões e situações levantadas neste estudo, podemos chegar a algumas
conclusões no que diz respeito a uma boa escrita jornalística para ambientes portáteis.
De fato, tais conclusões não devem ser encaradas como dogmas e nem mesmo repre-
sentam a totalidade da escrita portátil. O assunto, na verdade, ainda engatinha e está
muito distante do esgotamento. Certamente, novas situações e novos atributos para uma melhor escrita irão surgir. Portanto, ao jornalista que se deparar com esse meio, caberá refletir constantemente sobre as propriedades textuais mencionadas de possíveis novas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A cultura da Convergência

O mundo virtual tal como se encontra, é uma experiência de democracia e liberdade. Cidadãos podem aprender a se expressar coletivamente, individualmente, se respeitando e respeitando direitos autorais. Como aprender a viver num mundo em que há cada vez mais democracias prometendo liberdades aos cidadãos?
Acredito que deva ser aberto à participação de todos. Todos enxergam assim, a questão é como participar. Por isso negociamos a cada dia cada escolha diferente. Empresas de mídia negociam para manter o máximo possível de direitos, cidadãos negociam em relação a governos tentando criar governos mais transparentes, fãs lutam por um uso mais justo para poderem ser mais criativos ao utilizar material pré-existente.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Corpo do cantor será enterrado no dia 29 de agosto, no dia do seu aniversário

O corpo do astro está congelado para ser enterrado no dia do seu aniversário.
Ken Sunshine, porta-voz da família Jackson, confirma que o corpo do cantor será enterrado no dia 29 de agosto, em uma cerimônia privada, em homenagem ao seu aniversário de 51 anos.
O ato será fechado "à família e amigos próximos", de acordo com o comunicado do gabinete de imprensa contratado para divulgar as informações da família Jackson.Onde será enterrado no mausoléu principal do cemitério, na cidade de Glendale, 13 km ao norte do Los Angeles.
O enterro acontece mais de dois meses depois da morte do cantor, em 25 de junho, uma demora motivada pelo fato de que a família não chegava a um acordo sobre o destino final do cantor e pelo interesse em preservar o corpo do astro para realizar mais exames caso a investigação requisitasse.O corpo foi mantido congelado durante todo este tempo nas instalações do cemitério da cidade.
Tragetória da vida de Michael Jackson, clique aqui:

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A crise no fotojornalismo.

O jornalismo de imagens tem um problema: seja em fotos, seja em vídeo, a tecnologia digital permite alterar a aparência da realidade.
As fotos dos jornais diarios, estão sofrendo grandes modificações por conta dos amadores, fazendo com que os profissionais , percam seus empregos em grandes agêncas e revistas.
As fotografias de hoje estão sendo totalmente modificadas, nao mostrando a realidade, totalmente superficializada.
O negócio é que as inciativas de distribuir fotografias digitais feitas por pessoas comuns também fracassaram, deixando o mercado totalmente inseguro sobre o futuro desta area do jornalismo visual.
A tendencia só visa a piorar, pois os profissionais estão perdendo o seu lugar no mercado, por conta dos amadores que venden imagens pelo preço bem baixo...